Eu até percebo que o desejo de viver algo que é idealizado como sendo fantástico, seja frustrante. Mas, na minha opinião, toda e qualquer idealização é sempre melhor do que a concretização da mesma.
Ele até parecia ser desenhado para se adaptar na perfeição à nossa forma de ser, parecia ter os requisitos necessários para não falhar absolutamente nada, dando-nos a ideia que nem com a lâmpada do Aladino pediríamos algo que o pudesse mudar.
Até que um dia, o tempo encarrega-se de apagar o entusiasmo que ele nos dava, a fantasia que depositávamos nele e assim, olhamos para trás e até nos conseguimos rir da ânsia que tínhamos para estar com ele. Encontramos um novo amor e damos graças a Deus aquele romance não ter dado certo. Porque o tempo passa, nós mudamos, as nossas prioridades mudam e a forma como encaramos o presente e o passado muda também. E ainda bem que assim é.

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